segunda-feira, 9 de junho de 2014

IX Congresso Leonino

IX Congresso Leonino

Não concordei, não concordo, nem irei concordar que alguém pague para discutir o presente e o passado do clube do qual é sócio contribuidor. Entendo que o clube queira "poupar" no custo de determinadas acções, mas na minha opinião, o clube devia entender estas jornadas de reflexão e partilha, como momentos muito valiosos na identidade Sporting e proximidade dos sócios.

Apesar desta posição, ninguém me ouviu dar um "ai" que fosse e é já depois do Congresso ter tido o seu fim, que decido partilhar este "estado pessoal". Vale o que vale, mas era vantajoso a quem planeia e define o calendário do clube ter uma forma de pensar estas "convivências" com os sócios, um pouco mais de acordo com a filosofia que o Presidente anuncia constantemente - o Sporting é nosso, é de todos nós, é dos Sócios.

Se o Sporting é meu, faz sentido ter de pagar para expressar a minha opinião? O estatuto principal de sócio não me dá essa garantia? É democrático? Não afasta ainda mais os sócios de participar na vida do clube?

Fica o reparo para próximas iniciativas.

SL

8 comentários:

  1. Pois é javardeiro...

    Mais uma vez aceratas na 'mouche'!!! Eu, sou tão só, mais um das centenas de milhar de desempregados que teria ido ao Congresso se não tivesse de pagar... Sou sócio e contribui para a Missão Pavilhão, mas isto não estica...

    SL

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  2. Eu concordo.
    Um congresso tem custos reais (quase todos relativos ao espaço) e parece-me que o preço de um bilhete não é demais para manter as contas equilibradas.
    O que é grátis não tem valor. Ao se cobrar um bilhete para o Congresso, mais legitimado está para ser uma voz ouvida na direcção do Clube.
    Não há almoços grátis, e foi por acreditar que era possível ter coisas sem pagar (craques, tachos...) é que o nosso clube ia morrendo.

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    1. O nosso clube "ia morrendo" porque durante mais de 10 anos tratou os sócios como clientes. A recuperação do Sporting como um clube popular e não um gueto de vaidades passa por fazer sentir aos adeptos e sócios que é uma coletividade e não uma SAD hermética...onde não são os bancos e os investidores que mandam, mas sim onde cada Sportinguista tem uma palavra a dizer. O que é gratis não tem valor? A paixão e a lealdade são grátis ou também vamos por um valor numérico nisso? Se eu pagar 100 euros sou melhor sportinguista que outros que só derem 10? Caro anónimo, secalhar uma reflexão faria sentido...porque não há nada de mais elitista que a tua frase "...ao pagar um bilhete...mais legitimado está para ser uma voz ouvida" - sério? Achas mesmo isso?

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    2. Epá, pois acho, sim.
      Creio que um congresso com bilhetes pagos é uma coisa para se levar mais a sério do que um "de borla", tipicamente mais populista. As pessoas que ali forem mostram o empenho na sua opinião de forma mais convincente. Não é 100 vs 10, é 10 vs zero que faz a diferença.
      E também acho que num clube a contar tostões é boa política não dar borlas, a ninguém. Sejam quem forem. Quantos daqueles bancários dos dias negras só andavam à volta do clube para ter "bilhetes grátis"?

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Eu concordo com a posição do Javardeiro e do anónimo...não faz sentido que os sócios tenham de pagar para estarem presentes no Congresso...

    Por outro lado, penso também, que o Clube está numa situação financeira muito complicada e se forem somadas muitas despesas, mesmo não muito avultadas...acaba-se por contribuir para alargar mais o buraco negativo das contas ...

    É na verdade uma situação melindrosa...

    Mas vamos lá "tentar" saltar por cima de certas coisas menos aceitáveis e "aceitar" que se "escreva direito...por linhas tortas..."

    Sporting Sempre...!!

    SL

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  5. É preciso entender a altura e o contexto.

    Nesta altura, não seria uma medida nada inteligente, financeiramente, organizar um congresso de "borla".

    SL

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  6. É lamentável que se defenda o pagamento para estar no Congresso do clube. Um Congresso não é uma acção de formação nem workshop. Concordaria que um não sócio pagasse para estar no Congresso. Agora um sócio?

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